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Case Elektra: engenharia aplicada à captação de pó em uma gráfica de grande porte

Na Gráfica Formato, a Elektra foi além da substituição de um exaustor e desenvolveu uma solução integrada para melhorar a captação do pó gerado durante o processo de corte de papel.

Em ambientes industriais, substituir um equipamento nem sempre significa solucionar completamente uma necessidade. Antes de definir o que instalar, é preciso compreender o processo, identificar onde está o ponto crítico e avaliar de que maneira o novo sistema pode ser integrado à operação.

Foi essa abordagem que orientou um projeto desenvolvido pela Elektra na Gráfica Formato, uma gráfica de grande porte que precisava aprimorar a captação do pó gerado durante o processo de corte de papel.

A importância da análise técnica para identificar oportunidades:

A operação contava com um exaustor local instalado ao lado da máquina. Diante da necessidade apresentada, seria possível olhar para o projeto apenas como uma substituição desse equipamento.

A análise da aplicação, porém, mostrou uma oportunidade de trabalhar também a forma como o pó era captado.

O projeto passou, então, a considerar não somente qual exaustor seria utilizado, mas também onde deveria estar o ponto de sucção para favorecer uma captação mais direcionada à região em que o pó é gerado durante o corte. Essa mudança de perspectiva foi fundamental para o desenvolvimento da solução.

Uma solução desenvolvida a partir do processo

A Elektra projetou uma nova configuração de exaustão, levando o ponto de sucção para uma posição mais adequada à operação da máquina.

O objetivo foi permitir que a captação acontecesse de maneira mais direcionada na fonte de geração do pó, buscando reduzir sua dispersão pelo ambiente e, ao mesmo tempo, facilitar as atividades de limpeza e a própria operação da máquina.

Para atender à aplicação, foi instalado um exaustor centrífugo VCR 360, com vazão de 18 m³/min, equivalente a 1.080 m³/h, e potência de 2 CV.

O trabalho também envolveu a instalação de toda a rede de dutos em aço galvanizado, conexões, suportes e interligações elétricas necessárias para o funcionamento do sistema.

Dessa forma, a intervenção não ficou limitada ao fornecimento e à instalação de um novo exaustor. Os diferentes elementos foram pensados como partes de uma única solução integrada ao processo existente.

Um dos principais pontos deste case está justamente na maneira como a necessidade foi abordada.

Em vez de partir somente da pergunta “qual equipamento deve substituir o atual?”, o projeto exigiu compreender como melhorar a captação dentro daquela aplicação.

Essa diferença é importante porque cada processo industrial apresenta condições próprias. Equipamentos, posicionamento, infraestrutura e características da operação precisam funcionar de forma integrada.

Foi a partir dessa análise que a Elektra desenvolveu uma solução específica para a realidade encontrada na Gráfica Formato.

Engenharia aplicada a uma solução completa

Projetos como esse mostram que engenharia aplicada não significa simplesmente adicionar novos equipamentos a uma operação. Significa compreender a necessidade antes de definir a solução.

Na Gráfica Formato, uma demanda relacionada à exaustão se transformou em um projeto que envolveu análise da aplicação, reposicionamento da captação, instalação do exaustor, desenvolvimento da rede de dutos e execução das interligações necessárias.

O resultado é uma solução concebida para tornar a captação do pó mais direcionada à sua fonte de geração e mais integrada ao processo de corte de papel.

Na indústria, o equipamento certo é importante e entender como ele deve trabalhar dentro do processo é o que transforma fornecimento em solução.

Sua indústria tem um desafio semelhante?

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